Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

A hora do conto

 

Hoje meu poste é bem diferente do Habitual, e vocês vão já ver porquê…

Deixo aqui um conto digno de ser lido por todos, não fui eu que o escrevi não saberia fazer tal…

Mas sim um Senhor que por acaso ou não,  tem o mesmo nome que o meu (Macedo)
Será parente meu? Daí termos a veia apurada para a escrita…
Ainda gostava de saber se temos laços familiares e até irei começar a pesquisar nesse sentido…

Esse Senhor como dizia é avô de minha querida amiga Thecka bem além mar (Brasil) moram eles.
Minha amiga tem uma enorme admiração pelo seu avô, e enviou-me alguns textos dele o que adorei ler e vou publicar, pois admira-me ainda não terem publicado tal maravilha…

Meus parabéns Josias Macedo pelo que escreve pelo que transmite e por esses belos 77 anos é de louvar mesmo…

 

 

 

 

 

 

 


O FORASTEIRO




Por: Josias Macedo Neto


Naquela tarde de dezembro, um homem com chapéu de couro, fumando um cigarrinho
enrolado em fumo cru, sentado no batente de sua casa, vendo o passar de gente
pra lá e pra cá, pois a feira era lá defronte, depois da linha do trem, jamais
poderia imaginar que seria participante de uma das histórias mais estranhas
daquela cidade chamada Esplanada, minha terra natal e que teria o seu final em
Aporá, povoado não muito longe.  Lá, todo mundo se conhecia. Por isto ele tomou
um susto quando um estranho se aproximou e iniciou uma conversa mole com o
linguajar de gente do interior, que era o dialeto do povo, por isto peço
desculpas pelos erros de português. Foi assim que começou o falatório:
- Oi moço, que mal lhe pergunte, vosmicê pode me apontar pra que bandas fica a
casa de seu Gregório, o alfaiate?
- Se está vendo que não é daqui, pois até jegue e cachorro vira-latas sabem.
- Sou forasteiro, vim de muitas léguas atrás, a pé, de carona em carro- de- boi
e até no lombo de uma égua.
- Como caboclo desconfiado, não posso abrir boca pra responder o que quer ouvir,
sem antes saber por que este seu interesse.
- Será que até aqui no interior, também tem a corrupção? Quanto quer para passar
o informe?
- Se está vendo também que o cabra apesar de pouco letrado como eu, ouve muito
as rádios que falam dos deputados que estão enrolados com a tal corrupção que
deve ser uma bandida muito bonita para ter tanta gente graduada atrás dela!
- É assunto particular, de muita urgência, caso de vida ou morte. Diga logo
quanto quer  antes que arrependa, pois não gosto de andar por aí dando dinheiro
a qualquer um só para descobrir uma morada.
- Aí vosmicê me ofendeu. Não sou qualquer. Sou Beribório, o vaqueiro mais famoso
de toda a região. Mudo uma boiada de um sertão em brasa, de fazenda para
fazenda. Todo mundo chega sem carrapato, doença alguma e tudo lizinho e
brilhante que nem parece que tomou tanto sol nas lombadas. Sem faltar nada. Ao
contrário, muitas das vezes até com alguns a mais, os bezerros que nasceram
pelos caminhos.
- Compadre: não estou aqui para ouvir suas aventuras. Vai dizer ou não vai? Caso
não, vou perguntar àquela mulher que está vendendo jacas ali na beira da estrada
perto das linhas da ferrovia. Ta vendo?
- Só se é doido. Sua vida não valerá nem um vintém se chegar perto dela. Pode
botar o seu chapéu cobrindo as ventas para ela não ver a sua cara, pois é
igualzinho ao homem que roubou a filha dela numa noite de tempestade, depois de
passar uma semana na roça aqui perto, nos comes e bebes dos melhores, pensando
ela que ele era interessado em comprar umas terras para plantar mandioca e
fazer uma casa de farinhas, que é a especialidade dela passada de pai pra
filho, desde o seu bisavô.  Já se foram alguns anos e ninguém descobriu até
hoje o paradeiro dos dois. Jurema, este é o nome de batismo dela, porém todo
mundo chama de Jô. Jurou cortar em pedacinhos o dito cujo se algum dia
atravessar em sua frente. Por isto ela só anda com aquele facão amolado
pendurado na cintura Um dia destes foi um Deus nos acuda, quando ela quase
estraçalha um jagunço que viu de costas e pensou se tratar do tal ladrão, que
se chama Pedrão. Só porque um barraqueiro da feira gritou:
- Pedrão! Quanto tempo. Por onde andava?
Quando o homem sentiu a facãozada, virou assustado, mas já era tarde. Agora só
tinha uma orelha. Era sangue pra todo lado e a Jô pedia perdão enquanto o
pessoal acudia e levava a vítima para o ambulatório. Sorte dos dois, pois tinha
um doutor de plantão, coisa rara.
- Ave Maria, estou em apuros. Preciso sair daqui. Por favor, me ensine logo onde
posso encontrar o alfaiate.
- Vai desembuchar ou não vai, sobre esta tão ligeirada procura?
- Ta certo, conto. O caso é que estou com casamenteira prometida com uma morena
muito bonita, mas que tem uma promessa a cumprir. Prometeu ao Padre Cícero que
só casaria com um homem se este estivesse vestido de Lampião. Como existe uma
fama de que o avô de seu Gregório que era alfaiate e costurava as roupas de
Maria Bonita e de seu famoso e destemido companheiro, preciso falar com o seu
neto que herdou a profissão, para ver se ele faz a tal desejada vestimenta.
Fico esperando a feitura nem que tenha de dormir em pé.
- Agora que seu sei qual é o caso, pode entrar. Está falando com o filho do
procurado. Vou fechar portas e janelas por segurança. Meu pai está lá no
quintal torrando farinha para ganhar alguns, pois fazer roupa pra outros está
bem escasso.
- Não posso acreditar! Que sorte danada.
Depois de apresentar o procurador ao achado, todos se sentaram nuns bancos e
começaram a soltar conversa.
Então é o homem que vai salvar meu problema? Prazer em lhe ver! Quanto me vai
cobrar? Vende fiado?
- Vosmicê ler um pouquinho?
- Claro. Cursei quase todo o primário e até me chamam de doutor lá onde moro.
- Então leia aquela placa lá atrás da porta que está virada pra nós.
- "Fiado só a quem tem 80 anos acompanhados da avó"! Na verdade, estava
brincando. Tou cheio da bucha. Vendi duas cabeças de gado e mais algumas cabras
e o que tenho dá pra comprar dez vestimentas. Vim a pé, pedindo ajuda pelo
caminho e com estes trajes de pobre para não atrair os assaltantes.
-A sua sorte além de danada é grande demais. Tenho aí uma roupa de cangaceiro do
seu tamanho e que foi abandonada aqui por um sem vergonha que encomendou e nunca
veio buscar. Arranjei até o chapéu e alguns acompanhamentos e pronto.  Pode
casar.
-Não sei como lhe agradecer. Como a tarde já está caindo e a noite chegando,
posso dormir aqui? Amanhã bem cedinho darei no pé antes que a tal vendedora de
jacas me veja.  Posso?
-Olhe seu menino: ouvi a sua conversa com o meu filho e posso lhe adiantar que
vou salvar a sua pele, pois não acho que seja o que roubou a filha de Jurema,
que por sinal  é também filha  minha com ela. Deve sair daqui assim que enrolar
a roupa, o chapéu e me pagar bem, pois daqui a pouco ela vai entrar por aquela,
desde que, na condição de minha mulher, aqui ela mora. Por ser tão parecido com
o infeliz, ela nem vai pestanejar. Será o seu fim.
-Credo Deus Padre, Nossa Senhora, que situação a minha!
- Calma. Por descarga de consciência vou fazer um teste com voismicê forasteiro,
para não restar alguma dúvida. Tenho duas filhas, as mais chiques que podem
existir, além deste filho que está aí, danado de bom com as boiadas.  Uma dela,
a mais velha, só gostava de namorar soldado de polícia e não queria saber de nos
ajudar a fazer farinha e trabalhar com a mãe na feira. Um dia saiu pra novela de
Santo Antonio e nunca mais voltou Minha pobre Jô não tem mais lágrimas para
botar pra fora. Apesar de ser uma filha mal criada era dela que ela gostava
mais, pois dizia que parecia com a mãe, minha sogra, que Deus tenha em bom
lugar. A outra, a levada por um descarado, era boazinha, ajudava nas costuras e
não fazia cara feia quando a mãe pedia para vender verduras e frutas na feira,
pois temos um sitiozinho que dá de tudo, Vem gente de longe comprar as nossas
jacas.
-Que teste é este, homem de Deus? Estou aflito.
-Aqui está uma fotografia das duas, bem recente, tirada por um lambe-lambe que
apareceu por esta região. Olhe bem: conhece as duas ou alguma das duas?
-Santa Virgem Maria, não é que aqui está toda sorridente a minha Gabe? Juro que
não roubei ela. Apareceu lá em casa numa noite chuvosa, de lama dos pés a
cabeça e minha avó Clarinda com pena dela deixou morando  lá em casa. Um dia
começamos a namorar e agora resolvemos casar. Em vista desta promessa dela, já
contada, estou aqui comprando esta roupa.
- Valha-me São Benedito, berrou Gregório, o alfaiate, Esta é a minha filha
fujona, a Gabriela, conhecida mais como Gabe como voismicê mesmo disse!
-Conheço também esta outra a Florisbela, viúva do meu irmão gêmeo. Agora estou
entendendo. Nunca contaram que eram irmães.
- Corra Beribório. Traga sua mãe aqui, mas antes tome o facão dela. Diga logo
que sabemos onde estão as nossas duas filhas e o homem que está aqui dizendo
tudo não é o que roubou a Flori.
Não demorou muito: entrou desembestada como uma louca a vendedora de jacas, mãe
das duas filhas sumidas no mundo e em prantos ouviu toda a história de
forasteiro. Num grande abraço, muito agradeceu as novidades e combinou que
todos viajariam juntos para a casa dele e para o seu casamento e para encontrar
as filhas que lhe matavam de saudades.
- Tem ainda um detalhadamente, falou o homem portador das boas novas. Não querem
me perguntar como e quando o meu irmão morreu?
-Sim. Tem razão. Como e quando? Arrematou a velha mãe, já sem raiva e vontade de
vingança, pois o ladrão de sua filha já tinha batido as botas.
- Meu irmão morreu de parto!
- Vige Maria, como pode ser?  Homem não pare! Disseram em uma só voz, o pai, a
mãe e o irmão da viúva da família.
- Foi assim. Sua filha em questão engravidou e na hora do parto ela gritava
tanto que meu irmão resolveu entrar no quarto onde a aparadeira estava fazendo
de tudo para solucionar o nascimento. Ao ver aquele pequeno ser pendurado num
cordão, chorando aos berros, não agüentou de tanta emoção. Caiu pra trás e
morreu na hora.
 -Então quer dizer que temos uma neta ou um neto?
 - Uma neta, dona Jurema.
  - Então sou tio, não é?
   - Chama-se Juremar. Em homenagem a mãe da mãe e avó da menina que veio ao
 mundo na hora que o pai se despediu do mesmo. Ela já tem dois meses e é
danada. Parece que tem mais. Quando começar a andar vai correr e brincar como
uma cabritinha.
-Vamos preparar a viagem logo, antes que sua noiva, nossa filha, pense que
voismicê debandou e não volte para casar, disse angustiado o velho alfaiate.
Conta à voz do povo que nunca se viu um casamento igual ao do forasteiro que se
chama Pedro. Tinha vaqueiros de todas as partes, muita sanfona tocando e uma
arrasta-pé que durou dois dias e duas noites, com muito milho cozido, bolos de
toda qualidade, cachaça da boa, muito bode assado. O que chamou mais a atenção
era se ver uma idosa vestida de caipira sempre abraçada com a noiva vestida de
Maria Bonita e seu noivo vestido de Lampião, a irmã da casada vestida de Nossa
Senhora e uma bela e loira menininha nos braços. Foi a primeira vez que o
menino Jesus virou menina. O irmão e o pai das moças já faladas nesta história
também ficaram famosos. Um se vestiu de São José e o outro de um dos Reis
Magos.  Muitos bois, vacas, jegues e carneiros estavam também na festa. Salvo
fazer a criança de o presépio virar garota, quando deveria ser um garotinho,
tudo estava nos conformes para uma véspera e uma noite de Natal. .
O forasteiro, o boiadeiro, o alfaiate e a vendedora de jacas, com as suas duas
filhas e sua netinha, pousaram para uma fotografia, cujo quadro devidamente
emoldurado até hoje reina soberano nas velhas paredes da igrejinha do lugar,
marcando o fato histórico, quando um homem morreu de parto e Jesus virou
Jesusa. Como diz que Anjo não tem sexo, quem sou eu para duvidar do sexo do
mais importante e mais maravilhoso Anjo que já esteve na terra?

 

Josias Macedo Neto
77 anos

http://blogs.blogs.sapo.pt/157050.html#ponto2
sinto-me: magicamente bem
musica: La longe senhora
publicado por Alzira Macedo às 11:26

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comentarios:
De Theka a 19 de Janeiro de 2009 às 11:33
Alzira, amiga minha...
Que felicidade encontrar este conto do meu avô em seu blog tão abençoado.
Não tenho palavras para expressar o que estou sentindo. Só gostaria de poder te abraçar profundamente. Sinta-se abraçada do outro lado do oceano, minha querida.
Você não faz idéia do que fez por mim com esta publicação...
Com lágrimas,
Theka.
De Alzira Macedo a 22 de Janeiro de 2009 às 14:16
Querida Theka...
Os amigos são para as ocasioes assim o digo e sinto...
Nossa amizade nasceu á uns anos atráz e de bem longe...
Por pouco tempo que tenhamos para nos comunicar, nao empede que esta amizade seja abençoada e sempre muito carinhosa...
Foi uma honra e um prazer publicar tao belos contos que escreve teu avô...
Um beijinho para ti e outro para ele com desejo de rapidas melhoras, porque ainda temos que ler muito escrito por ele...
Vai dando noticias sim amiga....
Te adoro...
De Theka a 26 de Janeiro de 2009 às 16:37
Meu avô faleceu...
Pegarei todos os seus contos, vou procurar tudo que ele criou e farei uma espécie de álbum literário e gostaria demais de enviar-te, amiga Alzira. Farei 2, um para mim e outro para ti.
Agora meu coração está sangrando ainda pela dor e saudade..
Obrigada por tudo...

Obrigada tb a todos que leram seus contos ainda em vida. Eternizarei as palavras do meu avô, que carinhosa eu chamava de PAI.
De Theka a 26 de Janeiro de 2009 às 16:50
23 de janeiro - Falecimento do meu avô.
Meu coração está triste com a sua partida, mas feliz por constatar que ele acaba de tornar-se eterno nas palavras.
Um beijo a todos....
em especial na minha queria amiga Alzira! TE AMO!
De M.Luísa Adães a 22 de Janeiro de 2009 às 10:25
ALZIRA

Regressei de São Paulo - Brasil ; a minha casa ficou vazia, com a morte da minha cadelinha na minha ausência.
Deixei no Brasil a minha familia mais directa e regressei com o meu marido e entrei na minha casa,
onde durante 16 anos, tive a companhia da Maggie.
Encontro o teu texto cheio de vivacidade escrito por alguém de 77 anos.
O Espirito não tem idade, os "Anjos" não têm sexo...
São Anjos que ajudam quando pedimos ajuda e Jesus não se questiona ... ´Não é um símbolo, mas
uma Verdade Pura que nos acompanha e nos dá alento, para continuar a "Peregrinação" neste mundo.
Lindo o teu tema! Parabéns ao Senhor que o escreveu e a ti que o trouxeste à Net.
Espero por ti.

Beijos,

Maria luísa
De Alzira Macedo a 22 de Janeiro de 2009 às 14:13
Olá amiga...

Sejas bem vinda a Portugal...
Sinto muito pela morte da tua companheira Maggie
Mas como já deves saber sao coisas da vida, o que nos deixa uma enorme ferida aberta essa chamada "Saudade"
Obrigada por me teres visitado em meu blog que ultimamente nao tenho tido muito tempo para ele o que me deixa tambem um pouco triste....
Mas como questumo dizer "melhores dias virao"
Um beijo para ti amiga e irei com toda certeza visitar teus escritos brevemente...
Pois agora vou descansar estou no turno da noite, isso me obriga a dormir de dia...
Bjs e até breve
De M.Luísa Adães a 22 de Janeiro de 2009 às 14:33
Alzira Macedo

Obrigada por responderes; tens a vida muito tomada; neste momento, não tenho nada!...

Sinto-me esquecida! A Net, é problemática e fria!...

beijos,

Mª. Luísa
De Fisga a 22 de Janeiro de 2009 às 21:21
Olá Alzira. Que grande rufia, esse Senhor Macedo. E destemido até de mais. É uma História digna de se ler De que eu muito gostei, Já mora nos meus favoritos, e espera pelas outras 6 Um grande abraço e obrigado pela História. Eduardo. P. S. Já est´´as linkada por mim. xao Eduardo.
De Alzira Macedo a 23 de Janeiro de 2009 às 09:01
Olá Eduardo...

Obrigado pela tua visita e pelo comentario...
Este meu cantinho, é a humilde casa dos amigos...
serao sempre bem vindos...
Quanto a este senhor, escreve lindamente bem e como gosto de partilhar pois aqui o apresentei...
Vou aguardar mais contos e na altura apropriada os publicarei...
Entra sempre que queiras e partilha tua opiniao, será sempre um prazer contar com tua presença...
Um beijo e até breve
De Fisga a 23 de Janeiro de 2009 às 18:00
Olá Amiga Alzira. Eu estou esperando por mais para juntar aos meus favoritos, estou a contar de juntar lá todas as histórias que publicares sobre ele. Um beijo Eduiardo.
De Alzira Macedo a 24 de Janeiro de 2009 às 07:57
Bom dia Eduardo....
Obrigado pela tua resposta...
Nao sei se sabes tenho 2 blogs e neles os dois postei um conto diferente...
Podes ir ao meu outro blog ( www.alzira-macedo.blogs.sapo.pt)
tem lá outro que pessoalmente gostei muito...
Entretanto mais virao...
um beijo para ti amigo cuida-te e que tenhas um dia feliz
De Fisga a 24 de Janeiro de 2009 às 11:10
OLÁ Amiga Alzira. Obrigado por me alertares. Logo que tenha tempo vou tirar tudo a limpo. Hoje de tarde quero ver se vou um pouco aos blogs. Amiga Alzira. Um abraço e um bom fim de semana. Eduardo.
De Sonhosolitario a 25 de Janeiro de 2009 às 19:39
olá amiga Alzira Macedo,espero que tenha passado todo este ano com muita felicidade saude paz e amor perto de quem mais ama,
pois eu tenho estado aqui e como amiga não tem dito nada julguei que estava de viagem,mas está tudo bem graças a deus isso e´o importa,depois de ler todo seu blog onde adorei todos temas pelos quais agradeço com este poema espero que goste,

gosto sempre de saber as coisas por entendidos,

Influência

Assim chamo a este meu poema
Será tudo parte desta Influência da vida
Porque estarei aqui, será tudo por influência
Será por caridade, será por respeito desta
Amizade virtual,

Porque será esta influência
De um favor
Ou será de uma dor
Deve ser por eu ser doutor
Será por nós estarmos no país das influências?

Dos doutores, Cavalheiros e Madames?
Que vimos um só lado
Porque será julgar!
Será que sabemos o conteúdo de um livro
Antes de o ler, ou conhecer?

Qual será a influência
Desejar um país das sete maravilhas
Mas se nesse pais não se pode lá viver
Ou conviver ou responder,
Qual será a influência!

Será por favor de vossa excelência
Ou será por experiencia,
Talvez mera coincidência,
Seremos aquele país das influências.

Só espero que este meu poema não tenha influência.


autor, Sonhosolitario

um doce beijinho deste amigo ,felicidades muita paz .saude e amor para toda familia ,obrigado

De Sonhosolitario a 25 de Janeiro de 2009 às 19:49
olá amiga Alzira Macedo boa noite ,estou encantado com sua escrita aqui no seu cantinho,adorei obrigado.
deixo aqui um poema espero que goste ,

<<<
[Error: Irreparable invalid markup ('<influência>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

olá amiga Alzira Macedo boa noite ,estou encantado com sua escrita aqui no seu cantinho,adorei obrigado.
deixo aqui um poema espero que goste ,

<<<<Influência>>>

Assim chamo a este meu poema
Será tudo parte desta Influência da vida
Porque estarei aqui, será tudo por influência
Será por caridade, será por respeito desta
Amizade virtual,

Porque será esta influência
De um favor
Ou será de uma dor
Deve ser por eu ser marinheiro
E navegar por mundo inteiro
Será por nós estarmos no país das influências?

Dos doutores, Cavalheiros e Madames?
Que vimos um só lado
Porque será julgar!
Será que sabemos o conteúdo de um livro
Antes de o ler, ou conhecer?

Qual será a influência
Desejar um país das sete maravilhas
Mas se nesse pais não se pode lá viver
Ou conviver ou responder,
Qual será a influência!

Será por favor de vossa excelência
Ou será por experiencia,
Talvez mera coincidência,
Seremos aquele país das influências.

Só espero que este meu poema não tenha influência.


autor, Sonhosolitario

um doce beijinho e muitas felicidades
em seu coração,

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