Sábado, 3 de Setembro de 2011

Quem Serei...

Quem Serei

 

 

 

Sou e serei sempre incomprendida
quantos desejos,
quantos suspiros reprimidos
tentando abrigar o sentimento mais nobre
"que é amor"
não querendo dar a duvida,  de uma ilusão
ou mesmo de uma paixão
não te sintas perdido em meu regasso
sente o calor do meu abraço
de  tanto te querer
sem te poder ter
olha....
o cintilar do meu olhar
ao te imaginar em mim
e....
este sorriso encantador
pela satisfaçao do que em mim fazes
nascer e vibrar
Não necessitas esforçar em tentar
penetrar em minha alma
ainda nao notas-te...
Que já moras em mim
mesmo á distancia
fazes parte do meu pensar
do meu sentir
é como a minha vida contigo dividir
seguindo o meu rumo,  sem deixar de para ti sorrir
incompreendida serei,  por nao querer ser leviana
por dar valor ao respeito
e traçar minha meta
paralelamente em meu sentir e em meu corção
percorro-te em imaginação
sei cada passo que dás em minha direção
á distancia de um oceano nos encontramos
para jamais nos distanciarmos
queres dizer Adeus...
não podes, 
até porque,  são apenas palavras
não ditadas pelo coração,  somente pela razão
essa que aniquila a estabilidade emocional
que jamais apagará os sonhos e as recordaçoes
das batidas dos nossos coraçoes

 

 
Alzira Macedo

http://blogs.blogs.sapo.pt/157050.html#ponto2
publicado por Alzira Macedo às 08:07

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comentarios:
De eternosorrir a 3 de Setembro de 2011 às 08:25
Este é um teu grito rasgado
Pela alegria e a dor
E pelo sentido das palavras
Que brotam de dentro de ti
Que serpenteia do alto de uma montanha
Tocada pelo céu
Inundando vales
De uma água feita de luz
Que invade os teus olhos
E se funde com a tua alma...adorei tu no teu melhor...beijinho Zira.
De Alzira Macedo a 3 de Setembro de 2011 às 13:30
Eternosorrir

Obrigada pelas tuas palavras...
Pela tua presença...
Pela tua amizade...
No que escrevi está a voz da minha alma...
O sentimento mais puro que comigo nasceu e vai permanecer...
Gosto da liberdade da alma....
De ser quem sou e como sou...
Fico grata cada carinho, cada palavra, Obrigada por tanto mimo e por me leres sempre... Bjs
De Janil Corrêa a 19 de Outubro de 2012 às 14:39
Essa é a minha forma de te homenagear pelo belo poema, grande e amada poetisa.

QUEM SOU EU?
(escrito por jan)

Jamais me fales de razão, não me peças coerência,
Não me cobres lógica, não me cobres nada, não é necessário.
Conscientiza-te! Eu sou a mais pura e total emoção!
Tenho razão e motivações próprias,
Porque antes sou movido pela paixão.
Essa é a minha religião, é a minha essência.
Não meças meus sentimentos,
Não tentes compará-los à coisa alguma.
Deles sei eu e meus fantasmas,
Eu e meus medos, eu e minha alma pura.
Eu sou tudo e não sou nada, dependo de como me sentes!
Tua incerteza me fere, mas não me mata, faz-me apenas sofrer.
Tuas dúvidas me açoitam, mas não me deixam cicatrizes.
Não me fales de nuvens, eu sou o Sol, eu sou a Lua!
Eu sou o fogo e o gelo, sou o calor e o frio,
Ás vezes suaves, muitas vezes mortais!
Não percas tempo contando poças d’água, elas são coisas mínimas.
Eu sou o mar profundo, intenso, violento, eu sou passional!
Não exijo prazos, nem datas, sou eterno, atemporal.
Não exijo condições, sou absolutamente incondicional.
Não tentes me explicar, eu apenas aconteço,
Sem hora e ordem, em algum lugar, em qualquer local!
Vivo em cada molécula tua, sou todo e sou uno!
Tu não me vês, mas me sentes.
Estou sempre presente na tua solidão
E mais ainda em teu sorriso, na tua alegria.
Poderás viver ou morrer sem mim,
Mas, jamais sobreviverás sem mim.
Eu sou o começo e o fim, não sou apenas um meio.
Sou a razão que a própria razão desconhece!
Tenho milhões de nomes em vários idiomas, inúmeras definições,
Algumas imperfeitas, outras certas, apenas lógicas.
Muitas com motivações próprias, pessoais.
Algumas corretas, outras totalmente erradas, precipitadas.
Apesar de saber que sou tudo e não sou nada,
Sei que sem mim o tudo é nada!
Sou o anoitecer e o amanhecer!
Sou Fênix, renasço das cinzas!
Sei quando tenho que morrer, porque sei quando irei renascer!
Mudo protagonista, jamais serei intérprete, mas serei história.
Troco de cenário, mas não de roteiro.
Sou música, ecôo, balanço, reverbero!
Sou fogo, queimo, destruo, incinero!
Sou água, afogo, invado, inundo!
Sou bondade e sou maldade, prazer e dor,
Felicidade e infelicidade, desejo e repulsa,
Alegria e tristeza, força e fraqueza, coerência e incoerência.
Sou paradoxo, não tenho preço, sou caro e barato,
Algo indefinido, indefinível, indescritível, imensurável, único.
Sou platônico ou total!
Sou tempo, sem medida, sem marcações
Sou infinito, eterno, indecifrável, imensurável!
Sou absoluto e abstrato, sou droga que cura e mata,
Sou vício, sou vida, sou morte!
Sou clima, proporcional à minha fase!
Sou vento, arrasto, carrego!
Sou furacão, destruo, devasto, arraso!
Mas também sou tijolo, massa, concreto, recomeço e reconstruo!
Sou cada estação do ano, no apogeu e na glória!
Sou teu problema e tua solução!
Sou teu veneno e teu antídoto!
Sou tua memória e teu esquecimento!
Sou teu reino e teu altar!
Sou teu trono, às vezes prisão!
Sou teu abandono e tua liberdade!
Sou tua luz e tua escuridão, teu desejo de ambas.
Velo pelo teu sono, mas também o roubo e te acordo como pesadelo!
Sou tua tranqüilidade e teu desespero!
Eu poderia continuar me descrevendo.
Contudo, creio, já tens uma idéia de quem sou.
Muito prazer! Tenho vários nomes,
Pensaste que eu fosse Deus todo poderoso?
Não, não sou! Sou, apenas, uma partícula que Dele emana,
Eu sou o amor, antes paixão,
Sou a própria paixão que, em ti, agora vive.
Eu sou o amor da tua vida...
De Fátima Soares a 3 de Setembro de 2011 às 10:22
Olá amiga que lindo poema. Acheio-o maginifico repleto de sentido e profundo amor. Adorei a imagem com a minha linda amiga. Bjs e bfsemana. Tudo de bom!
De Alzira Macedo a 3 de Setembro de 2011 às 13:32
VernizNegro...
Minha amiga vossa visita ao meu humilde recanto é luz para mim, é sorriso que brota a cada passagem....
Sou premiada pelos melhores amigos obrigada amiga por tão simpaticas palavras...
Um beijo grande com carinho.. Bom fim de semana para ti tb linda
De Sonhosolitario a 4 de Setembro de 2011 às 16:53
olá linda Alzira Macedo.
mas lindo poema,estou encantado,por tua escrita,linda mesmo.
um doce beijinho deste teu amigo.
Sonhosolitario
De MIGUXA a 23 de Setembro de 2011 às 20:16
Lindo o teu poema!
Amiga nem sempre o acto de amar é compreendido, reprimir os nossos sentimentos mais profundos, dói...
Saber fantasiar sobre o que mais se deseja é prodigioso e apazigua muitas das nossas inseguranças...
Mas amar é sempre bom!
Sê feliz!!!

Beijinhos
Margarida
De Fátima Soares a 20 de Outubro de 2011 às 21:53
Amiga passei para deixar um beijinho muito doce. adorei o poema. Noite feliz.
De Alzira Macedo a 3 de Dezembro de 2011 às 01:51
Verniz Negro...
Muito obrigada pelas beijokas :-)
devolvo beijinhos mt fofos pela tua amizade a sempre participação nos meus blogs mesmo eu nao estando presente como gostaria....
Espero realmente daqui em frente ter mais tempo para o que amo " que é escrever e estar na vossa companhia".... Obrigada por gostares do meu poema..... Beijos fofos até breve.... (*_*)
De Janil Corrêa a 19 de Outubro de 2012 às 14:34
Obrigado amiga por tuas sábias palavras, o teu respeitoso carinho e por existires, nesse mundo tao paradoxal, com esse equilíbrio, humildade, essa bondade, dignidade, essa disponibilidade em ajudar os necessitados da tua palavra do teu carinho, tua bondade os desprotegidos da tua sorte.
Eu sou o jan (jan somente)
Ofereço- te por gratidão pela atenção, o poeminha abaixo:
ECOS DE AMOR NO TEMPO
(escrito por jan).

Se duzentas vidas eu tivesse
E contigo todas as duzentas vidas eu vivesse,
Não haveria quem, nossa felicidade, impedisse,
Se a este imenso amor eu sobrevivesse.

Mas se este amor não resistisse,
Viver, duzentas vidas, plenamente,
Certamente, Deus, aos teus encantos, permitisse,
Seduzir-me definitiva e eternamente.

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