Sexta-feira, 2 de Abril de 2010

Abri a janela...

 

 

Janela da vida



Debrucei-me na janela da vida,
Observei momentos vividos
Paro, reflicto…
O que vivi, o que deixei por viver
O que vivo…
O que ainda tenho para viver…
Rica de vivencias,  
concordo…
Mas rica de desventuras
de desperdícios,
de vivencias enganosas…
Sempre com um sorriso
ou com uma lágrima
sou o espelho de mim…
Da verdade,  
feita por mim própria
Analiso…
concordo com Pessoa,  
quando diz que poeta é fingidor
Pela forma de fazer encantar,
sem o sentir…
Não é mera ilusão…
Mas sim, desabafo da alma,
do que pretende atingir
sem conseguir…
então sonha-se em palavras
em miragens…
Alguém se entende, se reconhece…
Vive,
sonha com essa magia
Quem escreve, vive o presente..
O momento…
Mas nunca uma realidade…
Vivemos num mundo de frieza,
de fingimentos…
Até no do próprio sonhar··
Só assim conseguimos nossa meta alcançar.
Essa de fazer sonhar
 
 
Alzira Macedo
 
 
sinto-me: Verdadeira
musica: Sou louca por ti...
publicado por Alzira Macedo às 22:17

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comentarios:
De Sonhosolitario a 3 de Abril de 2010 às 02:59
Olá doce amiga Alzira Macedo
Bom dia
E que essa janela da tua vida se abra com muitos resplendores de felicidade
Porque adorei olhar entre tua janela da vida, de lindo poema, mas muito sentido e com muita mágoa e visão
Porque na nossa vida temos muitas janelas que se abrem e se fecham, de muitas formas e feitios, com lindos modelos, tudo depende dos tempos.
Obrigada por este lindo poema, de uma das janelas, bem abertas para o mundo, tentando dar uma visão do tempos passados e modernos.
Desejo-te uma feliz pascoa para ti e para o resto de tua família,
Uma Santa Pascoa doce amiga
Doce beijinho
sonhosolitario
De Alzira Macedo a 5 de Abril de 2010 às 23:41

Sonho solitário…

Sejas como sempre bem-vindo nas tuas palavras…
Nas tuas emoções e na tua forma de exprimir…
Abri uma janela da minha vida…
Não todas porque seria uma corrente de emoções difíceis de degirir..
mas abri uma…
Essa que existe em mim…
Ou tempos passados, ou modernos elas existem..
Elas se abrem e se fecham como um abrir de olhos..
Ou estamos atentos ou elas se fecham sem darmos contada disso…
Hoje penso desta forma, amanha outra janela se abrirá, não sei qual delas ainda bem..
Só assim temos luta, para a escrita e pela sobreviveria…
Somos filhos do vento, da fraqueza e da conquista…
Um beijo com carinho e bem aventurado sejas tu nas minhas tempestades de emoções…

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