
Janela da vida...
Debrucei-me na janela da vida,
Observei momentos vividos
Paro, reflicto…
O que vivi, o que deixei por viver
O que vivo…
O que ainda tenho para viver…
Rica de vivencias,
concordo…
Mas rica de desventuras
de desperdícios,
de vivencias enganosas…
Sempre com um sorriso
ou com uma lágrima
sou o espelho de mim…
Da verdade,
feita por mim própria
Analiso…
concordo com Pessoa,
quando diz que poeta é fingidor
Pela forma de fazer encantar,
sem o sentir…
Não é mera ilusão…
Mas sim, desabafo da alma,
do que pretende atingir
sem conseguir…
então sonha-se em palavras
em miragens…
Alguém se entende, se reconhece…
Vive,
sonha com essa magia
Quem escreve, vive o presente..
O momento…
Mas nunca uma realidade…
Vivemos num mundo de frieza,
de fingimentos…
Até no do próprio sonhar··
Só assim conseguimos nossa meta alcançar.
Essa de fazer sonhar
Alzira Macedo
Alzira
Eu estou há uns tempos interessada no google
Tenho o http://os7degraus.blogspot.com ao qual
pouca importãncia lhe dei, mas ùltimamente me
aproximei e comecei e escrever e tenho tido respostas, de muito bons poetas.E estou interessada.
Fujo, assim, à maneira incorrecta com que fui tratada, por dois pretensos amigos (homem e mulher).
E estou voltada para o google, embora goste muito do meu blogs do Sapo, a nível de elegancia.
Mas já encontrei amigos no google.
Me admirou te encontrar neste lugar.
Parece que me encontras, sem imaginar e eu a ti
volto com mais tempo!Parabéns pelo poema.
Maria Luísa
Comentar: