Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011

Janela do pensamento


 

Inabitado.

 

Jardins inabitados são os pensamentos!!!

Pertencem palavras e imagens presentes.

Ausento-me por segundos do meu jardim!!!

E contemplo a lua que sorri para min.

Pedaços de felicidade me fazem sorrir!!!

Até os sons da noite consigo ouvir,

Jardins anteriores que recuam,

deixando lugar às ideias que flutuam.

Sensação de bem-estar,

como deste jardim não gostar!!!

Cada sombra é um poema.

Cada momento
è vivido como o brilho de uma estrela.

Trago a magia no pensamento!!!

Que vivo e partilho a cada momento.

Se pareço ausente, não creias!!!

Vivo no meu jardim,
fora das vidas alheias.

Dá valor ao meu silêncio,
não te deixes por ele perturbar.

São momentos de felicidade
que irei contigo partilhar!!!

Esta noite
eu quero ser um jardim de sencações,

Para poder escrever
e alegrar vossos corações.

Não é verdade que existe solidão,

É apenas uma palavra enganosa,

para não deixar falar o coração.

Todos nós temos um jardim a florescer!!!

Apenas necessitas nele acreditar
e não o deixar morrer.

 

Alzira Macedo

 

 

 

publicado por Alzira Macedo às 16:28

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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

A hora do conto

 

Hoje meu poste é bem diferente do Habitual, e vocês vão já ver porquê…

Deixo aqui um conto digno de ser lido por todos, não fui eu que o escrevi não saberia fazer tal…

Mas sim um Senhor que por acaso ou não,  tem o mesmo nome que o meu (Macedo)
Será parente meu? Daí termos a veia apurada para a escrita…
Ainda gostava de saber se temos laços familiares e até irei começar a pesquisar nesse sentido…

Esse Senhor como dizia é avô de minha querida amiga Thecka bem além mar (Brasil) moram eles.
Minha amiga tem uma enorme admiração pelo seu avô, e enviou-me alguns textos dele o que adorei ler e vou publicar, pois admira-me ainda não terem publicado tal maravilha…

Meus parabéns Josias Macedo pelo que escreve pelo que transmite e por esses belos 77 anos é de louvar mesmo…

 

 

 

 

 

 

 


O FORASTEIRO




Por: Josias Macedo Neto


Naquela tarde de dezembro, um homem com chapéu de couro, fumando um cigarrinho
enrolado em fumo cru, sentado no batente de sua casa, vendo o passar de gente
pra lá e pra cá, pois a feira era lá defronte, depois da linha do trem, jamais
poderia imaginar que seria participante de uma das histórias mais estranhas
daquela cidade chamada Esplanada, minha terra natal e que teria o seu final em
Aporá, povoado não muito longe.  Lá, todo mundo se conhecia. Por isto ele tomou
um susto quando um estranho se aproximou e iniciou uma conversa mole com o
linguajar de gente do interior, que era o dialeto do povo, por isto peço
desculpas pelos erros de português. Foi assim que começou o falatório:
- Oi moço, que mal lhe pergunte, vosmicê pode me apontar pra que bandas fica a
casa de seu Gregório, o alfaiate?
- Se está vendo que não é daqui, pois até jegue e cachorro vira-latas sabem.
- Sou forasteiro, vim de muitas léguas atrás, a pé, de carona em carro- de- boi
e até no lombo de uma égua.
- Como caboclo desconfiado, não posso abrir boca pra responder o que quer ouvir,
sem antes saber por que este seu interesse.
- Será que até aqui no interior, também tem a corrupção? Quanto quer para passar
o informe?
- Se está vendo também que o cabra apesar de pouco letrado como eu, ouve muito
as rádios que falam dos deputados que estão enrolados com a tal corrupção que
deve ser uma bandida muito bonita para ter tanta gente graduada atrás dela!
- É assunto particular, de muita urgência, caso de vida ou morte. Diga logo
quanto quer  antes que arrependa, pois não gosto de andar por aí dando dinheiro
a qualquer um só para descobrir uma morada.
- Aí vosmicê me ofendeu. Não sou qualquer. Sou Beribório, o vaqueiro mais famoso
de toda a região. Mudo uma boiada de um sertão em brasa, de fazenda para
fazenda. Todo mundo chega sem carrapato, doença alguma e tudo lizinho e
brilhante que nem parece que tomou tanto sol nas lombadas. Sem faltar nada. Ao
contrário, muitas das vezes até com alguns a mais, os bezerros que nasceram
pelos caminhos.
- Compadre: não estou aqui para ouvir suas aventuras. Vai dizer ou não vai? Caso
não, vou perguntar àquela mulher que está vendendo jacas ali na beira da estrada
perto das linhas da ferrovia. Ta vendo?
- Só se é doido. Sua vida não valerá nem um vintém se chegar perto dela. Pode
botar o seu chapéu cobrindo as ventas para ela não ver a sua cara, pois é
igualzinho ao homem que roubou a filha dela numa noite de tempestade, depois de
passar uma semana na roça aqui perto, nos comes e bebes dos melhores, pensando
ela que ele era interessado em comprar umas terras para plantar mandioca e
fazer uma casa de farinhas, que é a especialidade dela passada de pai pra
filho, desde o seu bisavô.  Já se foram alguns anos e ninguém descobriu até
hoje o paradeiro dos dois. Jurema, este é o nome de batismo dela, porém todo
mundo chama de Jô. Jurou cortar em pedacinhos o dito cujo se algum dia
atravessar em sua frente. Por isto ela só anda com aquele facão amolado
pendurado na cintura Um dia destes foi um Deus nos acuda, quando ela quase
estraçalha um jagunço que viu de costas e pensou se tratar do tal ladrão, que
se chama Pedrão. Só porque um barraqueiro da feira gritou:
- Pedrão! Quanto tempo. Por onde andava?
Quando o homem sentiu a facãozada, virou assustado, mas já era tarde. Agora só
tinha uma orelha. Era sangue pra todo lado e a Jô pedia perdão enquanto o
pessoal acudia e levava a vítima para o ambulatório. Sorte dos dois, pois tinha
um doutor de plantão, coisa rara.
- Ave Maria, estou em apuros. Preciso sair daqui. Por favor, me ensine logo onde
posso encontrar o alfaiate.
- Vai desembuchar ou não vai, sobre esta tão ligeirada procura?
- Ta certo, conto. O caso é que estou com casamenteira prometida com uma morena
muito bonita, mas que tem uma promessa a cumprir. Prometeu ao Padre Cícero que
só casaria com um homem se este estivesse vestido de Lampião. Como existe uma
fama de que o avô de seu Gregório que era alfaiate e costurava as roupas de
Maria Bonita e de seu famoso e destemido companheiro, preciso falar com o seu
neto que herdou a profissão, para ver se ele faz a tal desejada vestimenta.
Fico esperando a feitura nem que tenha de dormir em pé.
- Agora que seu sei qual é o caso, pode entrar. Está falando com o filho do
procurado. Vou fechar portas e janelas por segurança. Meu pai está lá no
quintal torrando farinha para ganhar alguns, pois fazer roupa pra outros está
bem escasso.
- Não posso acreditar! Que sorte danada.
Depois de apresentar o procurador ao achado, todos se sentaram nuns bancos e
começaram a soltar conversa.
Então é o homem que vai salvar meu problema? Prazer em lhe ver! Quanto me vai
cobrar? Vende fiado?
- Vosmicê ler um pouquinho?
- Claro. Cursei quase todo o primário e até me chamam de doutor lá onde moro.
- Então leia aquela placa lá atrás da porta que está virada pra nós.
- "Fiado só a quem tem 80 anos acompanhados da avó"! Na verdade, estava
brincando. Tou cheio da bucha. Vendi duas cabeças de gado e mais algumas cabras
e o que tenho dá pra comprar dez vestimentas. Vim a pé, pedindo ajuda pelo
caminho e com estes trajes de pobre para não atrair os assaltantes.
-A sua sorte além de danada é grande demais. Tenho aí uma roupa de cangaceiro do
seu tamanho e que foi abandonada aqui por um sem vergonha que encomendou e nunca
veio buscar. Arranjei até o chapéu e alguns acompanhamentos e pronto.  Pode
casar.
-Não sei como lhe agradecer. Como a tarde já está caindo e a noite chegando,
posso dormir aqui? Amanhã bem cedinho darei no pé antes que a tal vendedora de
jacas me veja.  Posso?
-Olhe seu menino: ouvi a sua conversa com o meu filho e posso lhe adiantar que
vou salvar a sua pele, pois não acho que seja o que roubou a filha de Jurema,
que por sinal  é também filha  minha com ela. Deve sair daqui assim que enrolar
a roupa, o chapéu e me pagar bem, pois daqui a pouco ela vai entrar por aquela,
desde que, na condição de minha mulher, aqui ela mora. Por ser tão parecido com
o infeliz, ela nem vai pestanejar. Será o seu fim.
-Credo Deus Padre, Nossa Senhora, que situação a minha!
- Calma. Por descarga de consciência vou fazer um teste com voismicê forasteiro,
para não restar alguma dúvida. Tenho duas filhas, as mais chiques que podem
existir, além deste filho que está aí, danado de bom com as boiadas.  Uma dela,
a mais velha, só gostava de namorar soldado de polícia e não queria saber de nos
ajudar a fazer farinha e trabalhar com a mãe na feira. Um dia saiu pra novela de
Santo Antonio e nunca mais voltou Minha pobre Jô não tem mais lágrimas para
botar pra fora. Apesar de ser uma filha mal criada era dela que ela gostava
mais, pois dizia que parecia com a mãe, minha sogra, que Deus tenha em bom
lugar. A outra, a levada por um descarado, era boazinha, ajudava nas costuras e
não fazia cara feia quando a mãe pedia para vender verduras e frutas na feira,
pois temos um sitiozinho que dá de tudo, Vem gente de longe comprar as nossas
jacas.
-Que teste é este, homem de Deus? Estou aflito.
-Aqui está uma fotografia das duas, bem recente, tirada por um lambe-lambe que
apareceu por esta região. Olhe bem: conhece as duas ou alguma das duas?
-Santa Virgem Maria, não é que aqui está toda sorridente a minha Gabe? Juro que
não roubei ela. Apareceu lá em casa numa noite chuvosa, de lama dos pés a
cabeça e minha avó Clarinda com pena dela deixou morando  lá em casa. Um dia
começamos a namorar e agora resolvemos casar. Em vista desta promessa dela, já
contada, estou aqui comprando esta roupa.
- Valha-me São Benedito, berrou Gregório, o alfaiate, Esta é a minha filha
fujona, a Gabriela, conhecida mais como Gabe como voismicê mesmo disse!
-Conheço também esta outra a Florisbela, viúva do meu irmão gêmeo. Agora estou
entendendo. Nunca contaram que eram irmães.
- Corra Beribório. Traga sua mãe aqui, mas antes tome o facão dela. Diga logo
que sabemos onde estão as nossas duas filhas e o homem que está aqui dizendo
tudo não é o que roubou a Flori.
Não demorou muito: entrou desembestada como uma louca a vendedora de jacas, mãe
das duas filhas sumidas no mundo e em prantos ouviu toda a história de
forasteiro. Num grande abraço, muito agradeceu as novidades e combinou que
todos viajariam juntos para a casa dele e para o seu casamento e para encontrar
as filhas que lhe matavam de saudades.
- Tem ainda um detalhadamente, falou o homem portador das boas novas. Não querem
me perguntar como e quando o meu irmão morreu?
-Sim. Tem razão. Como e quando? Arrematou a velha mãe, já sem raiva e vontade de
vingança, pois o ladrão de sua filha já tinha batido as botas.
- Meu irmão morreu de parto!
- Vige Maria, como pode ser?  Homem não pare! Disseram em uma só voz, o pai, a
mãe e o irmão da viúva da família.
- Foi assim. Sua filha em questão engravidou e na hora do parto ela gritava
tanto que meu irmão resolveu entrar no quarto onde a aparadeira estava fazendo
de tudo para solucionar o nascimento. Ao ver aquele pequeno ser pendurado num
cordão, chorando aos berros, não agüentou de tanta emoção. Caiu pra trás e
morreu na hora.
 -Então quer dizer que temos uma neta ou um neto?
 - Uma neta, dona Jurema.
  - Então sou tio, não é?
   - Chama-se Juremar. Em homenagem a mãe da mãe e avó da menina que veio ao
 mundo na hora que o pai se despediu do mesmo. Ela já tem dois meses e é
danada. Parece que tem mais. Quando começar a andar vai correr e brincar como
uma cabritinha.
-Vamos preparar a viagem logo, antes que sua noiva, nossa filha, pense que
voismicê debandou e não volte para casar, disse angustiado o velho alfaiate.
Conta à voz do povo que nunca se viu um casamento igual ao do forasteiro que se
chama Pedro. Tinha vaqueiros de todas as partes, muita sanfona tocando e uma
arrasta-pé que durou dois dias e duas noites, com muito milho cozido, bolos de
toda qualidade, cachaça da boa, muito bode assado. O que chamou mais a atenção
era se ver uma idosa vestida de caipira sempre abraçada com a noiva vestida de
Maria Bonita e seu noivo vestido de Lampião, a irmã da casada vestida de Nossa
Senhora e uma bela e loira menininha nos braços. Foi a primeira vez que o
menino Jesus virou menina. O irmão e o pai das moças já faladas nesta história
também ficaram famosos. Um se vestiu de São José e o outro de um dos Reis
Magos.  Muitos bois, vacas, jegues e carneiros estavam também na festa. Salvo
fazer a criança de o presépio virar garota, quando deveria ser um garotinho,
tudo estava nos conformes para uma véspera e uma noite de Natal. .
O forasteiro, o boiadeiro, o alfaiate e a vendedora de jacas, com as suas duas
filhas e sua netinha, pousaram para uma fotografia, cujo quadro devidamente
emoldurado até hoje reina soberano nas velhas paredes da igrejinha do lugar,
marcando o fato histórico, quando um homem morreu de parto e Jesus virou
Jesusa. Como diz que Anjo não tem sexo, quem sou eu para duvidar do sexo do
mais importante e mais maravilhoso Anjo que já esteve na terra?

 

Josias Macedo Neto
77 anos

sinto-me: magicamente bem
musica: La longe senhora
publicado por Alzira Macedo às 11:26

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Sábado, 1 de Novembro de 2008

Historias de uma viagem

 

Depois de uma viagem á Alemanha que fiz, regressei ao meu país, ás minhas raizes para junto dos meus filhos que sentiram saudades minhas e eu deles.
Mas esta viagem me ensinou algo...
Aliás muita coisa, mas hoje vou contar duas historias sucedidas durante esses sete dias....

A primeira foi no aviao quando saí do meu Portugal...
Levava um sentimento misto, porque tinha deixado meus filhos pela primeira vez durante dois anos em que resido em Portugal.
Outra porque ia ao encontro do meu marido que vive lá sozinho e nos vemos esporadicamente....
Depois voltar a ver o País onde residi durante 20 anos, (amigos, conhecidos e meu meio profissional)
enquanto ia pensando como iria encontrar todo esse mundo de novo e pensando se meus filhos ficariam bem, durante uma semana em que eu nao estaria pessoalmente presente.
Nem dei conta das pessoas que entravam para o aviao....
18c era o meu lugar, quando o avistei ninguem lá estava entao me sentei no meu devido lugar, lado corredor....
As pessoas iam chegando sem eu dar por ela, tinha em minha mao um livro que me tinha sido oferecido uns anos antes (Nunca deixe de sonhar)
Esse titulo me cai como uma luva, porque eu amo sonhar...
Quando de repente sinto alguem a meu lado sem nada dizer mas a presença eu senti....
Olhei e vi um casal, os dois muito altos, olhavam para mim imoveis...
Sorri e disse... São vossos lugares? Abanaram com a cabeça que sim...
Me levantei e deixar passar, o homem lado janela e a senhora meio...
O voo levantou e tudo estava a correr bem, enfim mais ao menos porque adoro viajar lado janela para tudo poder observar e nesse dia estava fora de questao...
Entao mergulhei-me uma vez mais na leitura...
A senhora pega numa caixa de bonbons e dá para o marido e pega num tambem...
Eu tentava concentrar-me na leitura, mas estava a ser imposivel porque senti-me estranha sentada ao lado de duas pessoas e sem conversa ou sorriso...
Uma das vezes que olhei para ela sorri, ela deu um ar de sua graça mas sem nada mais....
Bem o barrulho dos motores comecaram a encomodar-me pois eu estava sentada ao lado de uma das asas do aviao...
Peguei no meu pacote de chiclas (Chiclettes, Kauggummi, pastilha elastica) porque dizem os entendidos da materia que é bom para nao ficarmos surdos...
Olhei para a senhora e ofereci, onde ela me diz nao obrigada, ofereci ao marido onde ele tambem dise que não mas com um sorriso...
eu mastiguei a minha chicla e ia lendo tranquilamente....
Pouco tempo depois a senhora pega na caixa de bombom e me oferece com um grande sorriso...
Eu respondi, obrigada mas tenho a minha chicla por causa do ruido dos motores...
ela me responde em Alemao, porque o casal era Alemao que os bombons tambem era precisamente para evitar a surdez dos ruidos...
sorrimos as duas aliás os trés e fomos trocando umas palavras do que faziamos do que pretendiamos etc.
Pouco tempo depois de termos tomado uma bebida e de descansarmos um pouco...
Eu fiquei a pensar....
Um pequeno gesto val mais do que grandes obras....
Não esperes que ninguem deia nada para o devolveres....
Se sentes a necessidade em partilhar, entao partilha porque o resto vem sozinho...
Amostra o quanto é bom ser amigo para que esse amigo sinta a força para ser amigo tambem...

A segunda historia é ter familiares a viver no Brasil, muitos deles nao os conheço infelizmente...
Mas nos falamos via internete....
quando alguns deles nos vieram vizitar a Portugal este verão, conversamos muito e falamos do que temos e outros temas...
Quando souberam que eu tinha vivido na Alemanha e que meu marido ainda lá vivia, tentaram saber onde...
Entao me disseram que tinham um amigo muito especial deles a viver em Colonia 60km de onde eu vivia...
E que gostariam muito que o conhecesse-mos pois era uma pessoa muito especial para eles...
Estaria a viver na alemanha á pouco tempo com a esposa recem-casados.
Eu disse um dia que lá volte será um prazer conhecer alguem sendo tao proximo dos meus familiares....
a decisao foi tomada que este mes eu viajaria até lá....
Entao os contactos foram trocados e o encontro marcado...
Ao sair do aeroporto no dia 22 de outubro, tinha destino marcado que nao viria para minha cidade sem conhecer essas pessoas que tao bem me falaram delas...
E assim aconteceu, cheguei a colonia e tinha á minha espera meu marido e minha melhor amiga ( Claudia Frerix) que fez questao em me vir esperar....
Fiquei agradavelmente surprendida porque tudo foi feito com muita descrição (Seria uma surpreza para mim)
A maior surpresa ainda foi quando ela tira do saco os copos de champanhe e a garrafa e brindamos no aeroporto mesmo ahahahahha
pensei que estava num filme, que este mundo nao era o meu, mas ao mesmo tempo muito feliz por ser uma das protogonistas...
Saimos do aeroporto e fomos ao encontro do casal amigo...
Nao sabiamos como eram e o que nos esperava... Chegamos ao local marcado e um carro preto nos esperava, instintivamente sabiamos quem era...
O momento foi muito rapido ès o Rui? sim sou, é a Alzira? sim sou...
Nos comprimentamos ao mesmo tempo está a esposa do Rui a sair do carro ajudando uma senhora com mais idade a sair do carro...
Quando me cheguei perto e disse Olá ia me apresentar quando a senhora com mais idade me deu um abraço bem forte com muito carinho...
Eu disse... Nossa que este abraço me parece bem portugues... Entao ela me responde (Eu sou Portuguesa e do porto)
Sem saber o porquê caimos abaraçadas mais uma vez D.Conceição é o nome dela e D. Ceiça pelos afeiçoados, como meu primo Sergio que tanto admira esta senhora.
Conheci a Andrea esposa do Rui, uma beldade de pessoa muito natural e muito simpatica....
as conversas se trocavam e multiplicavam que decidimos ir tomar café a uma padaria portuguesa da cidade....
Aí entao foram trocadas impressoes fomos nos conhecendo e falando dos meus familiares....
Até que a hora de regressar a casa chegou pois eu estava cansada e nada sentia....
Ficamos em nos encontrar novamente enquanto eu estaria na Alemanha....
Poucos dias depois convidamos eles para virem á nossa Cidade Krefeld Jantar á Associação (Comida bem Portuguesa)
O que aconteceu no domingo á noite....
Foi uma noite enesquecivel, a boa disposição era uma constante as conversas multiplicas sobre os nossos paises Brasil, Portugal e alemanha...
mas acima de tudo sobre os nossos familiares....
Algo que me marcou foi a forma em como a D. Conceição ama o seu país Portugal e conhece tudo o que está a acontecer mesmo distante....
È uma senhora sem duvida lutadora e culta..
Adorei fazer estes conhecimentos e que sem duvida alguma vao parmenecer...
Obrigados amigos pelo carinho e simpatia....
Rui e Andrea desejo-vos a melhor sorte do mundo e que vosso caminho seja sempre iluminado de felicidade....

Moral da historia...
Fazer novas amizades é algo de muito especial....
Ter amigos nunca é demais, mesmo a distancia nao empede que nossos corações deixem fazer novos laços de amizade...
Como o mundo é pequeno do outro lado do oceano encontramos sempre alguem com quem nos edentificamos
Eu digo Alem-mar há um mundo á minha espera, ou á tua!!!!


 

 

 

 

 

Beijos com carinho aos amigos espalhados pelo mundo e á minha familia além-mar

 

sinto-me: Bem comigo propria
musica: Vida maravilhosa
publicado por Alzira Macedo às 21:17

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