Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

Manipulação...

 

 

 

 

Dar ou ser dada

Os sentidos proferidos por palavras, são rostos existentes dentro de mim, mesmo dentro de ti…

Cada qual molda á sua perfeição…

Lábios que não beijamos, pelo medo de não serem reais

vozes que calamos, porque nem tudo se pode ouvir…
Tal como os sentimentos, somos cortinas manchadas pelo irreal…
Pela dor que apenas queremos que seja nossa e nunca dos outros, pelos sorrisos não existentes na alma,  somente no corpo…

O que se mostra dificilmente ou casualmente  se sente. Há temporais existentes dentro de nós que nos retira a visão de tudo quanto nos engloba…

De tudo quanto nos faz sorrir ou chorar, até porque o que nos foi ensinado é nunca baixar os braços, nunca demonstrar o quanto nos sentimos sós e impotentes…
Na vida tudo se rodeia em tabus…

Esses que a sociedade diz firmemente,  não ter e que se denota em cada palavra, em cada olhar, em cada sorriso mais tristonho…

Somos maquinas feitas pela educação e pela vontade de querer ser positivos aos olhos de quem nos rodeia…

Quanto tempo se irá conseguir ser quem não somos?…


Quanto tempo irá demorar dizer bem alto… (Não sou quem quero ser…)
(Não vivo como gostaria viver…)

Já ouvi varias vezes dizerem que a felicidade está dentro de nós e ninguém nos faz feliz…

Assumo o ter dito também…

Quanto mais penso, quanto mais tento me entender, quanto mais quero me conhecer…
Tenho a sensação de que algo está errado…

Ninguém nos dá a felicidade?
Ninguém consegue tirar a nossa forma de ser?
Ninguém tem o dom de fazer de nós o que bem querem?

Não... Ninguém tem esse direito…

Ninguém pode usufruir mais de nós do que nós próprios…
Então porque existe alguém que consegue manipular nossos sentimentos?
Porque conseguem infiltrar um mal estar?
Conseguem mexer com o nosso intimo?

Não é por falta de capacidades, ou de auto-estima…
Ou até de auto-confiança…

È pelo dom de darmos sem medidas…

No meu pensar... È porque nos entregamos de corpo e alma a alguém, que nos manipula.
Nossa sensibilidade é tanta, que não sentimos que alguém se apodera de nosso bem ser…
È nesse sentido que temos de trabalhar…

Dar…
Mas ter em conta em se preservar.

O dar demais é errado, cada pedaço nosso tem de ser conquistado, para nunca ser vulgar
e pegar e andar…
Sem olhar ao nosso mal estar...


Alzira Macedo
publicado por Alzira Macedo às 22:57

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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

Amar o que é?

Passamos a nossa vida em busca do amor, mas sabemos nós defenir o amor?
quando se fala de amor na nossa sociedade, qual é o primeiro pensamento!!!
SEXO...
Não no amor não se trata apenas de sexo, mas de sentimentos muito profundos e de formas muito diferentes.
Podemos amar varias pessoas ão mesmo tempo?
Encontrei um artigo que pode ajudar a entender o amor...

Amor Sempre...Amar o que é?

É incrível! Como viver sem ser amado? E sem amar? Mas cuidado com os enganos. O reflexo não é a luz, o espelho não é a face. A mulher da minha vida não é a mulher de um só instante. Contentar-se com pouco no amor, é não conhecer o amor.

Entre as muitas formas de amar, há a amizade, o amor dos pais pelos filhos, o amor que conduz ao sacrifício por alguém. O amor exclusivo de uma mulher e de um homem que se unem pelo matrimônio. O amor que nos surpreende para o bem de uma causa grandiosa.

Para encontrar a verdade do amor entre um homem e uma mulher, é necessário refletir: o que é que nele, ou nela, exerce em mim esta atração?
- Será a utilidade ou os serviços que o outro pode me prestar?
- Será o prazer (qualquer que ele seja) que eu experimento quando estou com ele, e que nós podemos partilhar em conjunto?
- Serão os sentimentos que eu experimento em relação ao outro?
Uma relação fundada assim, como facilmente se percebe, seria imperfeita: o outro acabaria por ser reduzido a um objeto. Ele seria um meio para mim. Paradoxalmente, eu estou, com efeito, voltado para mim mesmo.

Amar verdadeiramente, é amar a outra pessoa por ela mesma. Um amor profundo é, em primeiro lugar, sentir-me de tal maneira atraído pelo outro que eu desejo a sua felicidade. Não o amo unicamente por causa daquilo que ele me dá, mas o amo em primeiro lugar por ser ele (ou ela).
Com muito mais razão ainda, numa relação assim, as duas pessoas serão suscetíveis de experimentar sentimentos, prazer, ou de se prestarem serviços mutuamente. Mas o fundamento da relação é a própria pessoa, muito além das suas qualidades e defeitos aparentes.

Amar implica portanto da minha parte, uma escolha livre: é decidir amar o outro, voltar-me livremente de forma decidida em direção ao outro. Não se pode amar verdadeiramente sem uma certa doação da nossa liberdade ao outro. Supõe-se que essa decisão seja recíproca, pois aí está a condição da relação, uma vez que procurar a felicidade daquele ou daquela que me ama, é contribuir para a minha própria felicidade. O amor é assim: dom mútuo e livre.

Claro que nem sempre é assim tão fácil.

Nós estamos sujeitos às mudanças de humor, à rotina da vida quotidiana, às dificuldades que podem surgir, ao nosso egoísmo também. O amor é frágil... Será que eu ainda o vou amar daqui a 20 anos? Serei eu capaz de suportar este ou aquele defeito? Será o amor possível ao longo de toda a vida? Nas dificuldades, na doença?

Na realidade, se a nossa relação está enraizada numa decisão livre e recíproca, ela pode crescer. Porque o amor não é dar de uma vez por todas. Desconfiemos do "amor à primeira vista" que, mesmo sendo cheio de entusiasmo, não passa de uma emoção muito forte que não corresponde forçosamente a um amor profundo.

Se o amor é uma relação pessoal, então ele se constrói e se aprofunda com o tempo e numa confiança cada vez maior um no outro. Isto faz-se no diálogo, renova-se dia a dia através dos gestos e das atitudes que mostram ao outro o lugar privilegiado que ele ocupa na nossa vida. E os acontecimentos, as dificuldades e as alegrias partilhadas podem também contribuir para uma intimidade cada vez maior, na medida em que, acima das dificuldades, existe o fato de nos voltarmos um para o outro.

O amor não é portanto a simples fusão de duas pessoas, mas o dom mútuo de dois seres livres, com tudo o que eles são: corpo, coração e espírito, assim como o bem precioso que é a vida. A lógica do amor é aspirar a um dom definitivo. Só uma decisão recíproca e para o resto da vida, permite que o amor humano atinja um certo absoluto, podendo assim satisfazer o nosso coração.


publicado por Alzira Macedo às 22:21

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