Domingo, 9 de Maio de 2010

Um Devaneio...

 

 

 
 

Mera ilusão ou não…

 

Sou a que nasceu para a vida
para remar contra todas as marés
Repor todo o equilíbrio no mundo
este de nascer, viver
e repartir, sem deixar rastos
Sou companheira do sonho,
amante da ilusão
madrasta das estrelas
gémea da lua
boémia no meu pensar
sou o arco-íris do sorriso
sou sombra do sol
fogo na chuva
sou contraditória da história
sou o que mostro e o que não vês
sou as ondas do mar
que vem beijar teus pés
sou vento passageiro
sou lágrima contida
sou gemido proferido
no momento de amar
sou semente num campo de lírios
sou rouxinol em meu cantar
sou a névoa da madrugada
e filha da aurora
sou devaneio
vestida de mulher
despida de todo preconceito
quando escrevo não sou eu
até sou
simplesmente eu
a que nasceu para a vida
e não, quem conheces
sou sonhada por alguém
e encontrada por ninguém

 

 

 

 

sinto-me: A Devanear
publicado por Alzira Macedo às 20:42

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Sábado, 20 de Fevereiro de 2010

Meu Dia

 

 

Quanto tempo fiquei sem escrever, sem dar noticias minhas…
Uns dias, que para mim se tornaram uma vida…
Me parece que estou a sair de um coma…
Quando adormeci estava tudo bem, agora ao acordar
Nada encontro tudo de costas viradas…
Mas que raio se passa na cabeça das pessoas?
Porque são tão lunáticas…
Ainda á poucos dias há sorrisos, abraços, espera…
E de repente não consigo te encontrar, saber de ti, porque partis-te,
Fico perdida nas minhas memorias…
Ainda paro para reflectir se realmente estive assim tanto tempo fora…
Não claro que não… Até porque a net não é minha vida…
Pois bem meus amigos, sabem o quanto adoro escrever, mas também escrever algo que me dei-a prazer…
E não escrever por escrever….
Depois de um longo dia de trabalho e dois filhos esfomeados á minha espera…
Me restam poucas forças para a internet…
Ai como eu sofro… (ahahahaha)
Não fora de brincadeiras…
Deixei de trabalhar a noite sim noite não…
Agora trabalho todos os dias das 8h e por vezes até ás 17h30
È verdade trabalho como gente grande ahahahaha
Mas vamos ao que se segue…
Isto é apenas uma introdução ao que quero escrever a seguir e para que entendam que não me esqueci dos amigos…
Já agora uma beijoca bem fofa,  para os que me esperaram e para os que sempre me visitaram…

 

 

 

 Hoje sai do emprego um pouco mais cedo… 16h45 ena estou a fazer progressos já consigo sair mais cedo …
O dia estava belo, um pouco frescote,  mas brilhante,  um sol tímido aquecia essa tarde…
Olhei de um lado para o outro e sorri…
Quantas pessoas na rua, os trabalhadores de obras metiam-se com qualquer pessoa que passa-se… Sorri e pensei  não podem ver um rabo de saias…
Na hora do almoço quando tinha saído para tomar café aconteceu-me o mesmo…
Mas nessa altura estava fardada…
Ao sair então já ia vestida normalmente…
Ao passar, fui abordada por um deles, respondi sorridente porque os conhecia…
Trabalham á tempos para o mesmo patrão que eu…
Mas o engraçado é que ele não me reconheceu e tentou um flirt…
Gargalhei e disse,  depois dizem que o patrão é mau…
Ainda vos paga para tentar fazer engate…
Olhou estupefacto e disse…
Mas não lhe vais dizer, porque não o conheces…
Parei e disse.. Não?
Olhou para mim, assobiou e disse…
Xiiiiii… Mas que grande diferença da farda para o normal… (Será elogio pensei eu, ou não?)
Demos uma gargalhada e continuei caminho…
Depois senti a vontade de não vir logo para casa…
Não fui pela auto-estrada como sempre faço.
Dirigi em direcção á marginal…
Sentia saudades do meu mar…
Mas que bela paisagem á minha frente…
Vivi cada momento cada segundo…
Vi a felicidade dos namorados que passeavam de mão dada, ou mesmo abraçados…
As crianças com rostos corados que corriam atrás da bola, outros de bicicleta…
Alguns mais idosos passeavam o cão…
Alguns aventureiros sentados nas esplanadas dos cafés…
Não estava frio, mas um pouco de vento, trazia a brisa do mar…
Senti o cheiro entrar nas minhas narinas.
Olhei para o lado, o mar enrolava-se de onda para onda…
Os barcos balançavam de lado para lado…
Como se estivessem a dançar…
Um raio de sol iluminava o mar, dava-lhe uma cor de prata…
As gaivotas sobrevoavam a felicidade existente…
A liberdade delas era encantador…
Adorei ter tomado essa decisão pela beleza que eu estava a admirar…
Percorri  a marginal até o passeio alegre da povoa, lentamente, para que nada me escapasse…
senti-me feliz e não era eu que estava no café, ou passeava o cão, ou estava de mãos dadas, nem mesmo abraçada…
senti uma invasão de felicidade por ver gente feliz…
Como sabe bem observar o que nos rodeia…
E momentos de felicidade como este, acreditem vale a penas presenciar…

 

 

Alzira Macedo

 

 

 

sinto-me:
publicado por Alzira Macedo às 22:31

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Domingo, 10 de Janeiro de 2010

Busca sentida.

 

 

 


Mais um acordar sem ti…

 

 

 

 

 

  Na madrugada fria…
Que nem o calor da lareira conseguia me aquecer …
Para que pudesse entrar no sono profundo e temperador da alma e do corpo…

Acordei … Com a tua ausência, o silencio se instalou…
O desejo de te ter, de te pertencer, de me agarrar a ti e sussurrar-te, o quanto preciso de ti.
Foi se resfriando…

Onde estarás tu, por onde andas que não te vejo, que não te sinto…
Porque se instalou este abismo entre nós…
Qual de nós se deixou cair primeiro nas trevas mais profundas da vida, ou do desencontro das nossas almas.

 Lá fiquei eu, fitando o teto do meu quarto,  que passou a ser  o azul do céu…
Onde a onde…  Vi uma estrela cintilante,  como me quisesse fazer caminhar…
Num pestanejar de olhos,  vi a lua caprichosa olhando para mim, meia escondida tentando perceber o que me ia na alma e o porquê de não ser ela o meu aconchego…

E sim tu…

Senti vontade de caminhar pela calçada das ruas vazias…
Como se cada passo fosse em direcção a ti.
Como se cada estrela,  me desenhava o destino da minha felicidade, onde minha alma sentiria paz…

Que acordar mais solitário, carregado de silêncio e saudade….

Encontro-te na minha escrita, neste meu livro que ninguém lerá, que ninguém perceberá…
·
Confundo me, com as palavras que nunca direi e nos sentimentos que crescem dia a dia.
Incansável,  caminho nas curvas que perdi na vida, procurando saber onde errei.
Onde me esqueci de virar, de te seguir…
Não consigo... Esse caminhar está cada vez mais penoso, sinto-me fraquejar, minhas forças desfalecem,  obrigando-me ajoelhar no chão frio e duro, bradando os céus e gritar…

PORQUÊ…

Fecho os olhos querendo fugir dessa curva, entrei noutra…

Encontrei-me em frente ao mar, desaguando todas as minhas magoas e desesperos.
Querendo mesmo nele entrar e nele morar…

Uma realidade me chamou!
Olhei para trás e sorri…
Regressei pensativa, se não caminhar por ti…
Por nós…
Então caminharei por mim…
por eles…

Sacudindo energeticamente todos esses sentimentos,  que me baralharam a mente, me levantei…

Suspirei bem fundo, ergui costas, enfrentei o meu rosto, olhei-me no espelho e disse  bem alto como se me quisesse dar forças a mim própria…

(Menina limpa essas lágrimas e segue teu caminhar, na vida não podemos mudar os outros…
Mas os outros,  também não te podem mudar)

A manha já tinha nascido, o dia tinha despertado, saímos de casa meus filhos e eu…

Qual agradável surpresa…

 

  Nevava…


Linda leve, caia a neve sobre nós…

Olhamos uns para os outros maravilhados pela paisagem que se mostrava á nossa frente…
Recordamos o passado onde muitas vezes a neve, nos chegava até aos joelhos…

Felizes saltitando e cantarolado percorremos o caminho até á Igreja da paroquia…

No regresso a neve caia com mais intensidade…
Os farrapos de neve eram maiores, cantei cai neve, neve cai que és tão linda…
E de verdade a neve caía ainda mais, meus filhos gargalharam e comentaram “mama mandas na neve…”
(Diz para que ela não pare…)

Sorrindo, cantando e correndo viemos até casa…
Onde agora me sentei e escrevi este novo amanhecer em minha vida…

Outras manhas virão, seguidas com outros escritos …
Dou asas ao pensamento, á vivencia, á escrita…
Só assim me sinto feliz e realizada…


    Nesta sádica busca de te encontrar…


 

Alzira Macedo

 

musica: Cai Neve em Nova York José Cid
publicado por Alzira Macedo às 12:06

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Domingo, 22 de Novembro de 2009

Poetar e forma de expressar...

 

Um poste diferente para um dia diferente…
Escrevi meu poema (Mistério irresistível)
E foi me comentado em poesia
daí nasceu um duetar
que passo aqui a partilhar…

 

Mistério irresistível…
(Alzira Macedo)

 

Numa bela manha,
 O mar estava enraivecido…
Pela minha dor, pela tua falta.
 Passeei, com olhos no horizonte
Enquanto te esperava!
a chuva ia caindo lentamente,
em meu rosto,
sorri ao vento,
lágrimas ou chuva estavam a correr
me perguntei que faço aqui?
porque não,
esperar por ti…
Te aproximas-te lentamente,
com olhos baixos, sorriso maroto
fomos ao encontro um do outro
Esse desejo não iria passar
sem o experimentar…
Mistério envolve magia
desconhecimento total do que nos espera
nossos olhares, iam sendo mais demorados
num jogo sem sedução
ficamos presos ao momento
sem explicação…
Os sorrisos e boa disposição foi uma constante…
quanto mistério estará escondido
o que me dizes e mostras
é mesmo o que és…
E eu…
Serei tão segura de mim
não haverá sedução
mesmo na imaginação…
Mistério…culto e secreto
Esse que fica no ar…
Quem o irá entender?
Quem se irá envolver…
Na busca, no desejo, na entrega
na paixão…No mistério…
 ou coisas do coração…
ou uma mera alucinação…

 

 

Mistério ou desejo?
(Sonhosolitario)
….
Não passam de saudades, do teu leito
O mar estava triste do teu olhar
Porque o mar sabe ler os pensamentos
Nós nunca entendemo-lo com um só olhar
Teremos que saber navegar

….
A chuva te trouxe lágrimas de esperança,
Te envolveram em lágrimas de magia
Ficas envolvida nos brinquedos de criança
dos sorrisos desse encontro de esperança
Que se envolveu a tal dita esperança
….
Nos descobrimentos do mundo desconhecido
Mas sempre protegido,
 pela alma e o tal pensamento
Dos internos olhares, sonhados da sedução
Entrega total com o teu amor dentro do teu coração
Envolve o mistério da sedução
Envolvente sem explicação,
 culpas o mar sem razão
Por falta do teu amor,
sentes falta da tua sedução
….
E no sonho constante da ilusão
Sente a felicidade ao encontro
Do teu coração com esse lindo olhar
E descontracção por isso é amor
E nunca pudera ser ilusão
Amas alguém muito seguro da tua união
Que jamais poderá fugir, ao pensamento
E nos sonhos da tua solidão
Encontras no mar o amigo
Para desabafar tua compaixão
….
Ainda bem que encontras-te algo perfeito
Que ouve e guarda os teus segredos
Dos teus sonhos da tua pura imaginação
Faz-te sentir mais segura de ti própria
No culto secreto do ar que respiras
No entender da verdade
Do mistério e dá paixão
O segredo ficará no mar
E será sempre uma verdadeira
Alucinação.

 
 
Complexa…
(Alzira Macedo)


Não é alucinação amigo
São palavras e momentos que vivem comigo
sempre disse e assumo ser poeta das palavras simples
onde podem beber os meus sonhos minhas ideias
assim como eu não vivo de vidas alheias
Mas gosto de partilhar
da minha existência
E da minha paixão pelo mar
esse sim, entende-me em cada ancorar
posso escalar posso reclamar
mas ele está sempre presente em cada olhar
em cada dor, em cada desabafo, em cada conquista
nunca encontramos o perfeito
vivemos numa busca infernal do querer mais alem
Meus segredos quem os entende, se não os conhecem
tentam perceber, mas logo desaparecem
o interesse se torna pequeno
porque a busca é grande
e se perdem no tempo da procura
assim me torno mais segura
no sonho da ilusão me deito
me transformo e paro para reflectir
será ilusão, será amor, será paixão
não sei e quem saberá
esse alguém da minha união
quem sabe…
será sim…
ou será não…
sou complexa,
sou amiga conselheira e sou poeta
onde o sonho e a realidade
se torna numa miragem
na minha solidão escondo, o meu verdadeiro ser
do querer sentir e não obter
a saudade mora em meu peito
do que não foi e podia ter sido
de um sonhar e amanhecer nunca acontecido.
Olhares, sonhos e sedução
não faz a miragem da minha ilusão
mas sim parte do bater em meu coração
esse coroado de saudade
de marés baixas e altas
que rimam ao encontro do desespero
que renego a cada segundo da minha vida
navego nesse mar extenso em busca de paz
largo as lágrimas de esperança
e meus sorrisos de criança
nele e simplesmente nele
 deposito toda a minha confiança
magia desejo ou não
eis aqui a questão…
 

 

sinto-me: Poeticamente bem
musica: Cher
publicado por Alzira Macedo às 21:48

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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

Quem ÈS

 


Foto tirada por (Alzira Macedo)

 

QUEM ÉS?

Para a vista és lindo!!!

És enorme até ao infinito.

És atraente todos te querem visitar!!!

Com o teu cantar me fazes sonhar.

Adoro te admirar.

Tuas ondas vão e vem, tua raiva branca bate,

Contra os rochedos que te resistem sem bacilar.

Sim é de ti que falo querido mar.

Tu és potente…

Seja quem for… tem de te respeitar!!!

Mesmo quem a vida em ti tem de ganhar.

Como podes ser tão cruel com quem te ama?

E ao mesmo tempo tão dócil,

 Que gosto de estar contigo, para pensar.

Longe de ti me custa viver!!!

Me falta a tua forca, até o teu cheiro

É por isso e mais que detesto o estrangeiro.

 

 

 

Autor (Alzira Macedo)

 

 

sinto-me: como o mar
musica: quero ver o por do sol contigo
publicado por Alzira Macedo às 10:37

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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Agora falo eu !!!

 

 

 

 

Existe sentimentos

 

Em meu poema
existe…
amor, nostalgia
em meu poema
existe
a dor calada
a felicidade não vivida
existe
a lua, o sol, o mar
e tanto ainda para sonhar
Em meu poema
existe
o grito da alma que tanto quer
o rio que corre sem ter fim
dos desejos, não vividos
dos amores constrangidos
em meu poema
existe
a coragem do bem-querer
do bem dizer
e não saber viver
a raiva que persiste
e me deixa triste
em meu poema
existe
a rua que nada quer de mim
a cama vazia no amanhecer
em meu poema
existe
 a esperança, de fazer o verso da aceitação
de saber viver ao ritmo do meu coração
a sina de quem sonha
até á morte
como um barco sem porte
em meu poema
existe
sentimentos de valor
que vividos não sentiria dor

 

                                                                                                             Alzira Macedo

sinto-me: carregada de multiplos sentime
musica: Tony Carreira (A metade de mim és tu)
publicado por Alzira Macedo às 15:57

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Segunda-feira, 3 de Março de 2008

Nao entendo & Entenda-me...

 

Quantas vezes as pessoas nao se entendem na nossa sociedade...
Outros passam a maior parte do tempo a fazer com que se entenda...
Hoje trago um dueto em Poesia do meu amigo e poeta "Sincero"
Acreditem que depois de o lerem,  nao vao precisar de mais palavras para entenderem...
Eu pessoalmente achei lindissimo e quiz partilhar com vosco...
Vou-me deixar de palavras e dar lugar ao maravilhoso "Momento poetico"


Não entendo...

Por: sincero... o Único

 

Tu foste... levaste contigo a destruição
Dos segundos... minutos... horas e anos
Quebraste... o elo do grande vulcão
De um amor... verdadeiro sem enganos.

Foi bom... uma nova vida vem brotando
Difícil... no torrão duro... a semente luta
Com força e dor... a tampa levantando
A ver a luz... de outros em labuta.

Quer encontrar... mas... mais difícil fica
O quebradiço... coração muito magoado
Bate... esgrima... grita... e temporifica
Espera... esperneia... nunca tombado.

Pela tempestade... de malignos anseios
De tua dor... e saudade muito contida
De desejos... de ser amada... e nos meios
Duas letrinhas não ditas tuas... minha vida.

Ouço teu clamor... calo-me ante o sofrimento
Lá não estão meus braços... também não vi
Altos brados 23 horas... fone toca... o movimento
Ninguém sincero a falar no ouvido... minha mi.


Entenda-me
Por: Sharme

A tempestade cai, e o vento sopra irado
Levando as folhas, açoitando as flores
Encrespando e elevando as águas do mar...
Trovões rasgam o céu com seus tremores.

Onde um vulcão em chamas se agita, e grita
Vomitando lavas á terra árida; imprudente
Soterrando sonhos, deixando o amor ausente
Aniquilando o germinar de uma semente...

Que grita, agoniza, ferindo-se até a morte
Não há mãos que a cultive e a conforte
E que alivie um coração cheio de mágoas
Despedaçado a mercè do vento norte.

Não quero ouvir, não quero ver, melhor calar
Não vou chorar, não vou sofrer, é crueldade
Devo afastar-me desta louca tempestade
No fim do túnel há de haver uma claridade...

Onde estará a minha luz, a minha estrela
No horizonte de um céu azul sem fim
Não importa a hora, seja noite ou seja dia
Quero acordar, rever o mar e o meu jardim.





Queria comentar este belo dueto, mas deixo isso ao vosso critério
sonhem alegrem-se e o mais importante
ENTENDAM-SE

 

publicado por Alzira Macedo às 22:04

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